Em todos os momentos,
Pensamos como seria,O que deveríamos ter feito,
E a razão de tudo ser assim.
Em todos os momentos,
Eu penso no porquê,
Penso no motivo do vento
Tocar suavemente a minha janela.
Penso como seria se ele não a tocasse.
Porém se o vento não a tocasse,
Essa não seria uma janela,
Pois não desempenharia a função de uma janela, oras!
Seria algo inútil.
Além disso, minha janela gosta do vento!
Ah sim, se ela não gostasse, acredito que ela sairia dali,
Ou pelo menos não seria uma janela.
Uma janela enfrenta tudo, a minha suporta a chuva,
o sol, o granizo e isso quando chove granizo!
(Faz um bom tempo em que não vejo cair pedras do céu.)
A janela não só suporta,
Acolhe também,
Ela acolhe a primeira alegria da manhã,
E a coloca para dentro de si,
Como se a respirasse, e a transmite rapidamente para quem ela diz proteger.
A janela tem sentimentos,
Pelo menos a minha tem!
Vocês precisam ver como ela se alegra quando a abrem num dia de sol!
É aí, o seu merecido descanso.
Mas a janela é solitária também,
A porta não lhe dá atenção...
Por isso a janela enterra!
É quando a sua tristeza está transbordando,
Não culpo a porta; culpo o pedreiro!
Ou até mesmo o arquiteto, o engenheiro!
Todos deveriam saber, que
A janela precisa da porta, e a
Porta da janela,
Noto isso, pois minha porta chora.
Em silêncio.
Quando o vento a toca,
Pois ela sabe que o vento toca a janela,
E se sente a única que não a toca.
E a janela sente o mesmo.
De tão triste minha janela diz que não vai mais se abrir,
Minha porta diz que não irá deixar ninguém entrar.
Mas chega a manhã.
A manhã é sempre alegre, por que será?
Ela tem o Sol, as nuvens, aquela cor admirável.
Então minha janela não se importa mais, ela até acha graça,
Ao ver todos dançando pra ela.
Talvez tenha que ser assim,
A janela deva ser sozinha, ora triste, ora alegre, e a porta, na maioria das
vezes, triste.
E a manhã sempre alegre, com o vento tocando a todos, sem direção.
Bee;
ResponderExcluirAmei teu blog...fiquei fã =]
MegabraçoO
Parabens pelo texto lindo